quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Rio de Janeiro x Cuzco

Mochilar de verdade do Rio a Cuzco de busão:

Expresso Ormeño - Foto: Marcelo Foshi
(retirado da internet)
     Olá mochileiros, desde o início do ano (2016), tenho visto algumas reportagens sobre a inauguração de uma linha de ônibus do Rio de Janeiro até Cuzco (Perú). Uma reportagem que me chamou muita atenção foi a do jornal O Dia (clique aqui para ver), foi bem completa e ainda informava os valores das passagens, podendo a viagem ser estendida até Lima. Fui atrás de informações para trazer para vocês, e é lógico, porque eu quero fazer essa viagem rsrsrs!
     Segundo a atendente Cláudia da Empresa, as saídas são sempre Sábados e Quartas sempre às 13:00 da rodoviária Novo Rio (Rio de Janeiro). Eles possuem ônibus Semi-leito e Leito e a viagem dura em torno de 4 dias. Como eles ainda não possuem guichê aqui, as passagens são compradas no guichê da Crucero del Norte
     Muitos vão dizer que é muito tempo, mas o verdadeiro Espírito Mochileiro está em se aventurar, conhecer novas pessoas e novas culturas, explorar a viagem, afinal o melhor destino é viajar! Segundo a atendente, a viagem com certeza se torna inesquecível, pelas paisagens e por todo o contexto. Lembrando também q a viagem pode ser estendida até Lima, mas ai o valor sobe um pouco.

Expresso Ormeño - Foto divulgação do site da Empresa


Rio x Cuzco Semi-Leito: R$ 740,00
Rio x Cuzco Leito: R$ 790,00    
Rio x Lima: R$ 820,00

Terminal de Transportes de Bogotá, Transversal 66 No. 35 ­ 11, Módulo 2, Local 134A
Bogotá - Colombia
(1) 410 7522 - 428 9210
310 609 6250

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Vida de fotógrafo de Natureza

Essa vida não é fácil:

Fotos: Roberto Bessa / Steffie Lofgren
     Hoje vou falar um pouquinho sobre meu trabalho, tem muita gente que vê as fotos aqui no blog, nas exposições, nas redes sociais e não faz ideia do trabalho pra conseguir essas imagens. Carregar equipamento pesado nas costas, enfrentar algumas situações engraçadas e as vezes até complicadas ou até mesmo ficar cara a cara com animais peçonhentos, o mais importante é o amor em levar essas imagens pra você que está ai sempre ligadinho nas nossas matérias!
     Numa caminhada vindo de Areal até Secretário, para tirar uma foto de uma curiosa ponte, desci até o leito do rio, escorreguei e caí dentro do rio, o pior é q estava tão lamacento que eu não conseguia sair, se não fosse a ajuda do Sr Roberto estaria lá até agora (rsrsrs). Numa outra ocasião, durante a travessia do Índio Coroado, fui baixar a mochila para descansar e sentar um pouco, não reparei em um formigueiro e fui atacado pelas vorazes formigas, passei por algo semelhante na pedra de Itaipava, que além do ataque das formigas, sofri uma tontura repentina quando descia do cume mais alto para o mais baixo, aquele dia foi tenso!
Subida no Morro do Bonet
Foto: Roberto Bessa
     Acho que a experiência mais complicada foi no acampamento na pedra do Onça, onde montamos abrigos selvagens e um vento repentino derrubou o meu, como o tempo estava muito bom e firme dormi sem abrigo mesmo, tendo somente o calor da fogueira pra me aquecer. E sem contar que no dia da subida cruzamos com dois rapazes usuários de drogas que achamos que iam nos incomodar, mas eles nem deram as caras no acampamento.
     Dentre todas as experiências, acho que as piores são as frustrações de não conseguir terminar uma caminhada ou travessia, ou o pior que é nem começar. A Tapera do Morin não consegui completar por não encontrar a passagem do Caxambú para o Morin, a vista valeu a pena, mas infelizmente não completamos (mas vou tentar novamente). O caminho do trem, parte dele não tivemos como fazer, pois em alguns locais, muitas casas literalmente "invadiram" o caminho, e tivemos a péssima experiência de sair dentro de uma casa onde mora um cara muito invocado e um cachorro mais invocado ainda! Aff! Mas com certeza o mais frustante, foi a pedra da Índia, o caminho está fechado por um portão, e pelo que me falaram, o "dono" do lugar é bem esquentadinho!
     Recentemente, me machuquei indo para o véu da noiva, rompi um músculo durante a subida, mas fui até o fim assim mesmo e completei a missão de trazer a caminhada fotografada aqui pra vocês. Em consequência disso fiquei 30 dias sem poder andar direito e longe do que mais gosto, caminhar e fotografar. Mas agora estou me recuperando e espero semana que vem poder trazer a vocês novas aventuras!
     No mais, o resultado final depois de cada caminhada, trilha, travessia ou montanha é gratificante, e é mais ainda quando os leitores do blog fazem os percursos e comentam, é ai que vemos o nosso trabalho valendo a pena! Amo esse meu trabalho!

Tucano no centro de Sebollas - Foto: Roberto Bessa

Cavalos vistos ao lado de um riacho - Foto: Roberto Bessa

Vitória Regia em Sardoal - Foto: Roberto Bessa

Sardoal - Foto: Roberto Bessa

Caminho do trem - Foto: Roberto Bessa

Caminhando pela estrada - Foto: Sr Roberto

Seio de Vênus mirim - Foto: Sr Roberto
Seio de Vênus mirim - Foto: Sr Roberto
Caminhos do Taquaril - Foto: Manoel Netto

Bela borboleta - Foto: Roberto Bessa

Bela borboleta - Foto: Roberto Bessa

Bela borboleta - Foto: Roberto Bessa

Bela borboleta - Foto: Roberto Bessa

Pôr do sol na pedra do Onça - Foto: Roberto Bessa

Pôr do sol na pedra do Onça - Foto: Roberto Bessa
Nascer do sol na pedra do Onça - Foto: Roberto Bessa
Nascer do Sol na Pedra do Onça - Foto: Roberto Bessa

Panorama do Morro do Bonet - Foto: Roberto Bessa

Vegetação da montanha - Foto: Roberto Bessa

Panorama visto da Pedra de Itaipava - Foto: Roberto Bessa

Panorama visto da Pedra de Itaipava - Foto: Roberto Bessa

Panorama visto da Pedra de Itaipava - Foto: Roberto Bessa

Panorama visto da Pedra de Itaipava com flores da montanha
Foto: Roberto Bessa
Pica-Pau de cabeça vermelha
Foto: Roberto Bessa
PARNASO sede Petrópolis - Foto: Roberto Bessa


Fruto do nosso trabalho, o reconhecimento da marca
Trilhas & Rumos