sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Posse x Rio Bonito

Uma bela caminhada por Zona Rural que por boa parte não se vê sinal de "civilização"!

Fazenda Santa Rita - Foto: Roberto Bessa

     Olá pessoal, essa semana voltamos nessa caminhada que à muito tempo não íamos, essa caminhada como anuncia o subtítulo, durante muito tempo e por um longo percurso andamos sem nenhum encontro de vestígio de pessoas, isso faz com que o lugar seja muito tranquilo e agradável para caminhar.
Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa
     Uma modificação que ocorreu agora em relação à vez anterior (clique aqui para ver) é que não há mais ônibus direto do Terminal Itaipava para Rio Bonito, ou seja, você irá descer na Posse e daí você pode ter duas opções para começar sua caminhada. Ou você espera o Ônibus de Rio Bonito e desce onde estão construindo umas casas, ou faz o que fizemos, vai caminhando até lá e isso aumentará em 40 minutos sua caminhada. Essa segunda opção é mais barata (rsrsrs) pois você não irá pagar mais um ônibus.
Foto: Roberto Bessa

    A caminhada em si começa no caminho dos Contrões, que é uma rua à direita de quem chega nessas casinhas que estão sendo construídas, basta seguir a estradinha subindo um pouco e logo em seguida começa uma descida bem suave. Bem no início, à direita do caminho existe uma pequena cachoeira que é de água potável e o único ponto de água que você poderá abastecer seu cantil, então se possível complete seu cantil ai.
Fonte de água - Foto: Roberto Bessa

     Mais à frente existe uma fazenda bem antiga que é onde você pegará a estrada da esquerda que começa a subir suavemente e logo depois um pouco mais forte assim que começa um calçamento de pedra. Um pouco mais acima existe uma igrejinha bem simpática e bonitinha que vale sempre aquela foto, e também é um ótimo ponto para uma parada para um lanchinho reforçado.
Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

     Seguindo depois de lanchar, a estrada vai variando de terra e calçamento de pedra além de ganhar uma leve inclinação de subida. Quando chegar nos eucaliptos, ai sim você pegará uma subida mais extensa e forte, poupe fôlego ai e faça essa subida bem tranquilamente. No ponto mais alto da caminhada existe um mirante que você pode avistar um lago e uma construção de cor amarela, você passará lá, essa construção é uma fábrica antiga.
Foto: Roberto Bessa

Panorama - Foto: Roberto Bessa

Panorama - Foto: Roberto Bessa

     Acabando a subida você vai passar por dentro de uma fazenda com pé de limão e algumas plantações à sua direita, antigamente existia uma porteira nesse ponto, hoje não existe mais. Um pouco mais a frente no que parece ser uma crista de montanha, começa aparecer algumas casinhas e mais à frente uma bifurcação. Nesse ponto você deve pegar a estradinha descendo ã esquerda, nessa bifurcação existe uma frutinha comestível que lembra muito a uva e a jabuticaba, pode comer a vontade, é muito gostosa. 
Bifurcação - Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

Gurumixama - Foto: Roberto Bessa

     Agora você vai começar a descer até chegar no fim da fazenda, onde antigamente também existia uma porteira, hoje só restou a placa avisando que só é permitido transito de 6:00 às 18:00. Siga a estrada à esquerda subindo novamente, essa será a ultima subida, dessa vez mais leve. Assim que parar de subir, você pode dar mais uma paradinha pra descanso e mais um lanche reforçado. Não está longe e também a partir daí é só descida agora. 
Foto: Roberto Bessa
Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

     Descendo agora a estradinha vai variando entre casinhas e áreas sem contato nenhum com seres humanos, bem mais a frente começa aparecer algumas casas e mais a frente a Pousada 3 lagos, novamente o caminho vai variar entre terra e calçamento, mais a frente uma construção que parece abandonada marca o final da caminhada. Andando mais um pouco chega-se à uma fábrica abandonada (aquela que você viu lá de cima no mirante, lembra) ótimo lugar pra fazer a foto do grupo ai, igual fizemos. 
 
Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa
     Da fábrica até o final, a estrada foi asfaltada, com sol quente pode ser bem incomodo passar por ai, mas como o tempo estava bem agradável foi tranquilo. Quando você começar a ver as parreiras de chuchu, em menos de 10 minutos você chega ao terminal de ônibus de Rio Bonito que marca a divisa entre São José do Vale do Rio Preto e Petrópolis. Basta esperar e pegar o busão que agora só vai até a Posse e lá tem que pegar outro até o terminal Itaipava.

Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

Parreiras de chuchu - Foto: Roberto Bessa

     Bom, par quem gosta de ouvir bastante pássaros cantando, gosta do ar puro e de estar em contato com o verde, eu super recomendo esse caminho! Vale ressaltar que é um caminho sem muito movimento, então é bom levar bastante água, mesmo com o tempo fechado, consumimos muita água pois o clima nessa região é bem abafado ok. No mais espero que você faça esse caminho e se divirta e desfrute como eu, um forte abraço e até a próxima!
Para o wikiloc da caminhada, clique aqui!

Vídeo:


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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Circuito de Pedras do Taquaril

Belas plantações e vistas incríveis com direito a banho de cachoeira no final!

Capela Sagrados Corações (Igrejinha mãe d'água)
Foto: Roberto Bessa

     Olá pessoal, nessa semana voltamos no Circuito de Pedras do Taquaril, que é um caminho em quase todo percurso por zona rural. Como já relatei aqui na vez anterior (clique aqui pra ver) o inicio é bem próximo ao conhecido Parador Santarem, no bairro Santa Monica em Itaipava. A caminhada é relativamente tranquila, só passa a ser um pouco mais desgastante na parte de subida e com sol muito forte, caso contrário dá até pra levar de boa.
Amanhecendo na caminhada! - Foto: Roberto Bessa

Placa do Parador Santarem - Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

Botanika Bistrô - Foto: Roberto Bessa

Sítio - Foto: Roberto Bessa

Bifurcação - Foto: Roberto Bessa

     Nossa saída se deu no horário de sempre, conseguimos pegar o ônibus por volta das 7 horas no terminal Itaipava e descemos no ponto final (Santa Monica). O caminho é subindo a ruazinha à direita, em direção ao Parador Santarem, ao chegar na capelinha que é conhecida como igrejinha da mãe d'água basta pegar a rua à esquerda subindo, não tem errada. 
Subindo a ruazinha de terra - Foto: Roberto Bessa

Duelo de foto rsrsrs - Foto: Roberto Bessa

Vista da subida final - Foto: Roberto Bessa

     O tempo ajudou bastante a gente não fazendo aquele calor no início e depois de um tempo o Sol ficou tímido também e nos deixou pelo menos subir tranquilamente. No topo da caminhada (cerca de 1156 m de altitude) já tínhamos caminhado por volta dos 5,5 Km fizemos nossa 1ª parada para um lanche reforçado e descansar, claro que também tiramos aquela foto do grupo né (rsrsrs). Depois foi hora de encarar a descida e ai sim ele apareceu, o Sol.
Plantações na parte mais alta da caminhada
Foto: Roberto Bessa

Grupo animado demais - Foto: Roberto Bessa

Plantações no topo - Foto: Roberto Bessa

Vista para o lado do Taquaril com a Pedra do Elefante à esquerda
Foto: Roberto Bessa

     Ainda na descida o sol ficou variando entre se esconder nas nuvens e queimar nosso lombo, mas deu pra levar. A partir desse ponto tudo é praticamente descida e plano, o que torna essa parte bem agradável, e ainda combinado com a paisagem rural das plantações. Vale lembrar que nesse tipo de caminhada, é muito importante duas coisas, levar e passar o protetor solar e beber bastante água ok.
Descida - Foto: Roberto Bessa

     Depois de passar pelas plantações, numa descida forte, existe uma árvore com umas frutinhas que lembram jabuticaba, só que de coloração amarela, é um outro bom ponto de parada (veja no vídeo), ainda mais à sombra da árvore, coisa que mais a diante vai ser algo raro de ver. E os frutos da árvore são comestíveis também, segundo informações que recebi!
Foto: Inês Loos

     Seguindo a caminhada, em vários pontos é possível ver a Pedra do Elefante (Taquaril), basta escolher o melhor ângulo e clicar, fica sempre muito bonito! Mais a frente a área rural vai dando espaço para áreas mais urbanizadas, com pousadas e pizzarias e etc., você já está quase no final. Após passar a linda igrejinha ao seu lado esquerdo vai faltar menos ainda. Lembrando que na igrejinha também é um bom ponto de parada caso esteja bem cansado ok. 
Igrejinha do Taquaril - Foto: Roberto Bessa

Pizzaria da Pedra - Foto: Roberto Bessa

Escola - Foto: Roberto Bessa

Águas do Imperador - Foto: Roberto Bessa

Casinha à beira da estrada - Foto: Roberto Bessa

     Bom, dessa parte em diante a presença de casas vai ficando mais constantes, e ao chegar numa descida acimentada, a "União e Indústria" estará à poucos metros à sua frente, com isso você já sabe que é o final! Não, não é o final, eu recomendo que você vá ao Cachoeiras Bar e tome aquele banho de cachoeira pra refrescar depois desses 13,01 km de caminhada né!

Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

Cachoeiras Bar - Foto: Roberto Bessa
     Pois bem, recomendo que você faça essa caminhada seja em grupo ou até mesmo sozinho, a paisagem rural é compensadora e a caminhada em si é revigorante! Não se esqueça nunca de levar o protetor solar e bastante água, se hidratar é muito importante nesse calor! Uma boa caminhada à todos e até a próxima!

Vídeo:


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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Mata do Facão

Uma caminhada pela Rebio Tinguá com direito a muita natureza e muita água!

Porteira do pasto do Natal - Foto: Inês Loos

     Olá pessoal, essa semana fui acompanhar a Iracema e a Inês numa entrega de doações aos moradores da área rural entre o Rocio (Petrópolis) e o Vale das Princesas (Miguel Pereira) e com isso aproveitamos pra fazer a travessia pela Mata do Facão. Realmente a primeira parte foi a mais complicadinha pois descemos com bolsas, mas depois da entrega fomos mais leves do que de costume.
Vista durante a descida - Foto: Roberto Bessa

     Descemos no ponto final do Rocio (101) e seguimos em direção ao pasto do Natal onde seria nossa parada para a entrega, o tempo colaborou pois não estava nem quente e nem choveu igual parecia que ia chover. Antes da entrega fizemos uma paradinha para um lanchinho rápido e para a gente se hidratar, mas a gente já estava próximo. Fizemos a entrega, tiramos umas fotos e seguimos.
Foto: Roberto Bessa

Pasto do Natal - Foto: Roberto Bessa

Pasto do Natal - Foto: Roberto Bessa

     Depois de voltar ao nosso caminho, bem próximo ao curral vimos um Beija-Flor lindo que chegou a fazer pose para ser fotografado, infelizmente minha câmera não focou bem, mas a Inês tirou uma foto linda dele! Depois das fotos seguimos pelo pasto até atravessar a porteira, íamos parar ali para lanchar, mas o vento não deixou, então descemos um pouco a estrada e paramos numas pedras para lanchar mais reforçadamente.
Beija flor - Foto: Roberto Bessa
Beija Flor - Foto: Inês Loos

     Lanche no papinho e pé no caminho porque ainda faltava muito (rsrsrs), continuamos a descer até chegar no Caminho do Imperador onde da outra vez tirei foto na plaquinha (vide aqui), mas dessa vez a plaquinha foi mudada e está muito bonitinha, tive que tirar outras fotos (rsrsrs). Da última vez descrevi o caminho entrando à direita depois da ponte, mas dessa vez seguimos em frente (que é um caminho bem mais curto) e você pode conferir em nosso mapeamento no Wikiloc (clique aqui).
Porteira no Pasto do Natal - Foto: Inês Loos

Vista da descida do Pasto do Natal - Foto: Roberto Bessa
Plaquinha nova - Foto: Inês Loos

     Passando o bar do Sr Henrique você vai pegar uma subida (a mais forte de toda caminhada), depois que vencer esse trecho a caminhada fica bem mais fácil alternando entre breves descidas, breves subidas e plano por dentro da Mata do Facão. 
Bar do Sr Henrique - Foto: Roberto Bessa

     Entrando na Rebio Tinguá você irá observar muitos pontos de água, você pode abastecer seu cantil em qualquer uma delas, a água é super limpa e tem um sabor muito especial. Sobre pontos de abastecimento, elas foram listadas também em nosso wikiloc, então não deixe de conferir caso você queira seguir essa caminhada ok! Um ótimo ponto para descanso é um local chamado "Pedra da Velha" ou "Pedra do Imperador", além de uma boa área para descanso, atrás da pedra tem uma vista bem legal para fotografar!
Caminho do Imperador - Foto: Roberto Bessa
Pedra da velha (2016) - Foto: Roberto Bessa

     A caminhada pela Rebio Tinguá é muito agradável pois são pouquíssimos trechos que não possuem sombra, então mesmo em dias muito quentes essa parte do caminho não é a mais complicada de fazer e acaba se tornando a parte mais agradável de toda caminhada. Em determinado trecho você volta a ver o CINDACTA bem a sua frente e isso significa que sua caminhada está próxima ao fim.
última vista do CINDACTA - Foto: Roberto Bessa

     A última parada fica num lugar que os locais chamam de Água Santa, é uma nascente onde existem muitas imagens de santos. Alguns acreditam que a água é milagrosa, bom, crenças à parte, sempre que faço esse caminho, esse é um local que não deixo de parar e muito menos não deixo de beber dessa água! Esse ponto marca que sua caminhada praticamente acabou, num ritmo tranquilo dá em torno de 30 a 45 minutos até o ponto do ônibus, se você anda mais rápido, esse tempo será menor.
Água Santa - Foto: Roberto Bessa

     A partir do momento que você começa a ver os portões das casas e dos sítios você já saber que está pertinho do ponto do ônibus, basta atravessar a ponte e pronto, acabou a caminhada. A distância parece bem longa, porém essa caminhada não é nem um pouco cansativa e eu considero ela bem fácil de seguir, tanto em orientação quanto em dificuldade técnica. Antes de sair para fazer essa travessia, é bom você conferir o horário do ônibus que em fins de semana costumam ser bem escassos, confira aqui. Eu recomendo ela pra essa época de verão justamente por pegar uma boa área arborizada. Espero que tenham gostado e espero vocês na próxima!
Plaquinha da Rebio Tinguá - Foto: Roberto Bessa

Ponto do ônibus, basta esperar o Rocio (101) e retornar pra casa
Foto: Roberto Bessa

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