terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Cachoeira véu da noiva

Pra começar bem 2018, nada melhor que uma linda cachoeira!

Véu da noiva - Foto:
Roberto Bessa
     Essa semana vou trazer novamente a cachoeira véu da noiva, mas para minha surpresa (porque ainda não tinha visto assim) foi que o volume de água estava muito grande, lindo mesmo de se ver! Até houve uma certa dificuldade para chegar até o véu pois é preciso atravessar por pedras (que estavam cobertas pela água). Outra coisa legal que ainda não tinha conseguido trazer pra vocês era a parte superior da cachoeira, sim, isso mesmo, a parte de cima do véu da noiva, que é um lugar maravilhoso!

     Essa aventura na verdade foi porque eu fui fazer um book de uma modelo lá no véu, mas é lógico que mesmo à trabalho a gente aproveita sempre do visual lindo e maravilhoso que a natureza nos proporciona. Nossa primeira parada foi exatamente no véu da noiva, não pude deixar de registrar esse volume de água maravilhoso, fiquei realmente encantado! Bom, pra chegar ao véu eu já descrevi aqui nas vezes anteriores então quem acompanha já sabe como chegar, mas com esse volume bonito de água, é necessário tomar cuidado ao atravessar os rios.
Cachoeira véu da Noiva - Foto: Roberto Bessa

Chegada ao topo - Foto: Roberto Bessa
     Pra chegar na parte superior da cachoeira, basta seguir a trilha à direita que segue para a cachoeira das Andorinhas que trarei numa próxima oportunidade, siga sempre subindo a trilha que atravessa os cursos d'água, lembre-se de seguir a trilha que pende para a esquerda. Tomem bastante cuidado pois em alguns pontos a trilha é escorregadia e em local bem íngreme, portanto todo cuidado é pouco! No finalzinho da trilha existe uma bifurcação, se você pegar a da esquerda, vai para o poço bem próximo a queda, se pegar a da direita vai para uma outra cachoeira muito linda. Pegamos o caminho da direita, no final dele existe uma passagem por rocha bem íngreme que quando molhada é preciso passar com calma e uma travessia pelo curso da água que devem ser vencidas com muita calma, e muito cuidado, a queda é grande e fatal se não respeitarem a natureza! Vencido isso (recomendo que façam a travessia descalços pois a aderência na rocha foi melhor) daí em diante é bem mais tranquilo a subida pela rocha até a outra cachoeira.

Cachoeira e poço da parte superior do Véu da Noiva
Foto: Roberto Bessa

Queda d'água na parte superior do véu - Foto: roberto Bessa

     Na parte superior, existe um poço não muito fundo bom para banho, e mais uma cachoeira pequena à esquerda. O lugar é muito lindo e ainda é possível avistar umas montanhas do PARNASO de lá, O lugar é perfeito para relaxar e meditar, mas sempre respeitando primeiramente a natureza! Recomendo a todos!
Totem - Foto: Roberto Bessa

Cachoeirinha - Foto: Roberto Bessa

Totem na cachoeira superior - Foto: Roberto Bessa

     No final ainda demos uma paradinha no poço das duchas que fica no circuito das bromélias, o poço é bem legal para banho também, existem partes mais fundas, mas com cuidado a diversão é garantida. Existe uma queda d'água (a ducha) que estava bem forte devido o volume d'água nesse dia. Cuidado com as pedras no fundo do poço, ao pisar procure sempre as mais firme evitando acidentes!
Poço das Duchas - Foto: Roberto Bessa

Poço das Duchas - Foto: Roberto Bessa

     Nesse verão uma cachoeira ou um bom poço é uma ótima opção para se refrescar, é preciso estar bem atento à formação de nuvens nas cabeceiras de rios para se evitar trombas d'água, sempre atentos ao tempo e alterações no volume da água, a qualquer sinal estranho sai da água imediatamente e vá para algum lugar alto e longe do curso da água ok! Divirta-se nesse verão e sempre lembre de levar seu lixo com você! Até a próxima!!!
Foto: Roberto Bessa

Visite:
Conheça nossa página no Facebook








segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Tiradentes e São João del Rey

Conhecendo a história viva do Brasil!

Tiradentes MG - Foto: Roberto Bessa

     Olá pessoal, de um tempo pra cá tenho postado um pouco mais sobre minhas viagens né? Pois é, a chuva aqui em Petrópolis não tá parando e por isso não estou tendo como ir pras trilhas ou estradas, e também é um pedido de alguns leitores para que eu poste um pouco sobre minhas experiências de viagens, então uni os dois. Bom lembrar que esse relato é de 2003 mas Tiradentes e São João del Rey não mudam pois são cidades tombadas pelo patrimônio histórico.
Largo das forras - Foto: Roberto Bessa

    Nossa viagem foi no período seguinte ao Carnaval daquele ano, assim a gente pode pegar as cidades mais vazias e aproveitar mais. Fizemos reserva na Pousada do Largo que fica bem no centrinho da cidade e valeu muito a pena pois a pousada é bem acolhedora, e como na época eu viajava com meu cachorro Freeway, eles ainda permitiram que ele dormisse no quarto com a gente, desde que ninguém ficasse sabendo (não contem pra ninguém rsrsrs).
Freeway e eu na porta do quarto - Foto: João Carlos Fonseca

Minha avó e eu na varanda do quarto - Foto: João Carlos Fonseca

     Bom, o que fazer em Tiradentes? Tem muita, muita, muita coisa pra se fazer lá, nossa primeira volta foi no entorno do hotel, tem muitas construções históricas e lógico, bastante igreja pra visitar. O próprio Largo das Forras (uma praça) já é uma atração. Só tomem cuidado ao andar nas ruas por causa das pedras do calçamento, são irregulares e tem que tomar bastante cuidado!
Tiradentes - Foto cedida por Carol Cigana

Tiradentes - Foto cedida por Carol Cigana

     Uma outra coisa legal que fizemos em Tiradentes foi uma trilha até a cachoeira Paulo André, que é uma pequena queda d'água em um riacho, mas muito bonita (você pode conferir o trajeto clicando aqui). O trajeto é por uma estradinha de terra, alternando por trilha em alguns pontos, e ela passa pela entrada de um pesque e pague (hoje é a pousada Casa das Fontes) que serve um almoço muito bom, tipicamente mineiro.
Freeway aproveitando o riacho com minha
mãe - Foto: Roberto Bessa
Minha mãe e Freeway na cahoeira
Foto: Roberto Bessa
Entrada do Pesque e Pague, atual Pousada Casa das Fontes

     Uma opção bem legal de passeio é pegar o trem (Maria-Fumaça) e ir até São João del Rey, ele segue margeando o rio das mortes na 13° ferrovia do Brasil e a 2° de Minas Gerais, mas consulte os horários pois comprando ida e volta sai bem mais barato ok (tabela de horários). Um fato curioso é que desde a inauguração dessa ferrovia em 1874 ela nunca parou de funcionar. São 12 Km entre Tiradentes e São João del Rey e no final, no complexo ferroviário, possui um museu ferroviário no prédio tombado pelo patrimônio histórico. Para mais informações, clique aqui.
Maria-Fumaça - Foto cedida por Carol Cigana

    Em São João del Rey também tem muita coisa pra ver, porém somente parte da cidade está conservada, outra parte já se tornou uma cidade como a que a gente já está acostumado. Uma parte da cidade, chamada de centro histórico conserva os casarões antigos e algumas igrejas, além de possuir um forte comercio de artesanatos, doces típicos da região, lembrancinhas e etc. Uma coisa bem legal de comprar, são as lembrancinhas feitas de estanho e prata, são bem mais baratas do que você pode imaginar.
São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

São João del Rey - Foto: Roberto Bessa

     Como sou gordinho, um dos assuntos que mais gosto de falar é comida (rsrsrsrs), e em Minas o que mais existe é fartura em comida, portanto não acredite no garçom quando ele falar que serve duas pessoas, porque com certeza vai servir quatro. A comida típica mineira agrada a quase todos os paladares, até pra mim que sou vegetariano é fácil encontrar um lugar que agrada e tem um preço não muito alto, nada melhor do que buscar informações com os moradores locais (rsrsrs).
Comida tipica mineira - Foto: Internet

     Bom pessoal, acho que escrevi tudo que vivenciei nos 4 dias que passei em Tiradentes e São João del Rey, espero ter ajudado em alguma coisa, vou deixar o link do site de Tiradentes pois acredito que possa ajudar em alguma coisa. Uma dica que sempre dou a quem vai viajar, não se prenda à aplicativos de celular, a melhor maneira de conhecer um local e saber o que há pra fazer é perguntando à quem mora no local, acredite eles sabem de lugares que você não encontra em nenhum site e nenhum aplicativo ok! Um bom passeio à todos e até a próxima!
(Clique aqui para entrar no site de Tiradentes)

Visite:


Conheça nossa página no facebook!


segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Teresópolis RJ

Teresópolis, suas belezas naturais encantam à todos!


Lago Comary - Foto: Roberto Bessa
     Olá pessoal, nessa época de chuvas fortes e tempestades de raios aqui na região o melhor é evitar um pouco as trilhas, mas nunca deixar de aproveitar a vida e a natureza, por isso essa semana nosso blog te leva à Teresópolis, uma simpática cidade na serra fluminense. Tivemos a oportunidade de conhecer vários locais interessantes como a Granja Comary e a feira de artesanato, confira!
     
     Nossa primeira parada foi no bairro de Carlos Guinle que é mais conhecido como Granja Comary, pois o bairro foi fruto do loteamento da antiga fazenda de Carlos Guinle, a Granja Comary. O bairro possui casas de luxo mas o que chama mais atenção é a área onde a seleção brasileira realiza seus treinos. Logo que se passa da portaria é possível ver o logo da CBF de frente, do lado direito é possível avistar ao longe algumas montanhas da Serra dos Órgãos (não foi o caso dessa vez), a beleza fica por conta do lago (artificial) que compõe um belo visual.

Lago Comary - Foto: Roberto Bessa

Bairro Carlos Guinle - Foto: Roberto Bessa

Seleção treinando na Granja Comary - Foto: Roberto Bessa

CBF - Foto: Roberto Bessa

    Uma dica para almoçar, é um restaurante próximo à entrada da Granja Comary, em algumas ocasiões eles costumam ter música ao vivo. A comida é simples porém bem agradável e o atendimento é muito bom.
Taverna di Ollicio's / Buteco do Leco Restaurante
Foto: Roberto Bessa

    Nossa visita em seguida foi o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (portaria Teresópolis), a visitação até a parte baixa segue o mesmo padrão da portaria de Petrópolis, é possível fazer piquenique em família, tomar banho de cachoeira e muito mais, atração é o que não falta! Uma das trilhas da parte baixa que indico é a Cartão Postal, de onde se avista os picos da Serra dos Órgãos. O Parque se localiza na avenida Rotariana sem número, o horário de visitação está no site do PARNASO (Clique aqui).
Pico do Dedo de Deus PARNASO - Foto: Roberto Bessa

     Com aproximadamente 700 barracas, a Feirarte é um destaque para quem ama artesanatos e produtos locais, na feira é possível comprar cerâmica, tecido, tricô, brinquedos, bijuterias, pratas, palha, couro, camurça, plantas desidratadas, além de outros comestíveis destacando-se: mel, biscoitos, licores, chocolates, sorvetes, defumados, entre outros, se localiza na praça Higino da Silveira no bairro Alto. Funciona aos Sábados, Domingos e feriados.
Feirarte - Foto: Internet

Feirarte - Foto: Internet

     Em Teresópolis também tem o Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis que não pudemos ir, mas fica a dica para o próximo passeio, ele se localiza na Rodovia BR-116, Km 74, s/n - Salaco, RJ possui um pouco mais de 16 mil m² de área, com visitação diária de 7h às 17h.
Pedra da Tartaruga - Parque Natural Municipal Montanhas de
Teresópolis - Foto: Roberto Bessa

     Espero ter inspirado vocês à conhecer um pouco mais Teresópolis, vale a pena! Um lembrete, na Feirarte, pechinche pois os preços são puxadinhos, mas com um bom papo você consegue bons preços! Se você for num Sábado suas opções aumentam um pouco se você não quiser áreas naturais como passeio, pois as lojas do centro estarão abertas também. Espero que tenham gostado e espero vocês na próxima!
Centro de Teresópolis - Foto: Roberto Bessa

Entrada da cidade - Foto: Roberto Bessa

Visite:



segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Tapera do Morin

Novamente na pedra da Tapera do Morin, chegamos até o meio da trilha para abrir!

Panorâmica - Foto: Roberto Bessa

     Mais uma vez voltamos na Tapera do Morin e infelizmente encontramos a trilha bem fechada em um certo trecho então decidimos abrir melhor a trilha já que eu levei o facão. Fica a dica para o trilheiros de Petrópolis também, vamos fazer mais essa trilha para que ela não se feche ok, o visual é muito bonito e vale muito a pena fazer essa trilha!
Centro de Petrópolis - Foto: Roberto Bessa

Foto: Roberto Bessa

     Começamos um pouco mais tarde dessa vez porque a gente não achou que um pequeno trecho ia estar muito fechado, esse trecho que nos parou por um certo tempo porque foi bem difícil encontrar a trilha que atravessa o bambuzal. 
Foto: Roberto Bessa

Paradinha para descanso e fotografias - Foto: Roberto Bessa

     Outra dificuldade que encontramos, foi uma subida por uma escadinha esculpida na pedra que estava molhada devido à chuva de Sábado, o reparo na escadinha vai ficar para 2018 onde vamos afundar um pouco mais os degraus para facilitar a subida dos caminhantes tornando mais seguro também.
Campo florido ao lado do Bambuzal - Foto: Roberto Bessa

Trilha após a escadinha na pedra - Foto: Roberto Bessa

Escadinha esculpida na pedra
Foto: Roberto Bessa

     Mas conseguimos aproveitar bastante nosso passeio, o legal foi encontrar um grupo que subiu a montanha depois da gente para fazer um pique nique e orações no alto da montanha. Muito legal mesmo e estão de parabéns!
Grupo orando na montanha - Foto: Roberto Bessa

Panorâmica - Foto: Roberto Bessa

Bicho cabeludo rosa, muito curioso! - Foto: Roberto Bessa

     Bom pessoal, ainda não deu para fazer a travessia, mas na próxima estaremos fazendo junto com os reparos na trilha para uma segurança maior de nós trilheiros! Obrigado à todos e até a próxima aventura!
Trecho até onde fomos

Visite:

Visite nossa página no Facebbok